Fitoterápicos: o que são, benefícios e como usar com segurança

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Desde os tempos mais remotos o ser humano busca interagir com o meio ambiente para prover as necessidades de sobrevivência, bem estar e cura dos seus males através da utilização de plantas medicinais, que com o passar do tempo se tornaram um valioso saber cultural transmitido de geração em geração e deram vez ao surgimento dos fitoterápicos, medicamentos feitos única e exclusivamente a partir de matérias primas de origem vegetal.

O alto custo dos medicamentos sintéticos, o difícil acesso à assistência médica e a tendência da sociedade a preferir o uso de produtos naturais tem aumentado a procura e a utilização destes fitoterápicos, mas como qualquer outro remédio, as plantas utilizadas em sua produção contêm substâncias com princípio ativo que podem causar efeitos colaterais, interagir com outros medicamentos e causar danos à saúde, se não forem utilizados corretamente.

Além do mais, plantas vendidas como fitoterápicos com a alegação de um ou mais benefícios específicos podem ser adulteradas ou misturadas a outras plantas e substâncias químicas, reduzindo ou anulando a eficácia e aumentando os riscos de seu uso. Por isso, é muito importante que você compreenda os reais benefícios dos fitoterápicos e saiba os cuidados que devem ser tomados ao utilizar esses medicamentos à base de plantas medicinais!

Que tal conferir o que são fitoterápicos, conhecer algumas plantas medicinais famosas, suas sugestões de uso e contraindicações? Vem com a gente!

O que são fitoterápicos

A palavra fitoterapia vem do grego “phytos” que significa plantas e “therapeia” que significa terapia, tratamento ou cuidado, sendo então a fitoterapia definida como o tratamento de doenças pelo uso de plantas como matéria prima. Sendo assim, uma planta medicinal é todo e qualquer vegetal que possui substâncias que podem ser utilizadas com fins terapêuticos.

Desde 3.000 a.C., os povos na Mesopotâmia registravam em tábuas de argila receitas referentes a vários medicamentos de ervas. Outras civilizações também têm muitos relatos do uso de plantas medicinais, como os egípcios, por exemplo, que utilizavam preparados à base de plantas para embalsamar corpos desde 2.300 a.C.

Mas o registro mais famoso do uso de fitoterápicos na história é chamado Papiro de Ebers, datado a cerca de 1.500 a.C. descoberto e publicado por George Ebers, considerado uma das primeiras exposições sobre o uso de plantas medicinais para a cura de aproximadamente 100 doenças, com 125 plantas medicinais catalogadas e 811 receitas. Além disso, Hipócrates, considerado o “Pai da Medicina”, na obra Corpus Hippocratium, afirmou que “para cada doença existe uma droga vegetal como tratamento.

No Brasil, a base da utilização de plantas medicinais vem da cultura indígena, aliada aos saberes dos colonizadores portugueses e à valiosa contribuição dos conhecimentos dos povos africanos, o que resultou em uma medicina complementar rica e original. Com o passar dos anos e a evolução da tecnologia e das indústrias farmacêuticas, as plantas medicinais passam a ser industrializadas para se obter um medicamento.

Segundo a RDC n°48/04 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o fitoterápico é definido como “aquele medicamento obtido empregando-se exclusivamente matérias primas ativas vegetais. É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade”. Não se considera medicamento fitoterápico aquele que, na sua composição, inclua substâncias ativas isoladas, de qualquer origem, nem as associações destas com extratos vegetais.

Muitos confundem o uso de plantas medicinais com a fitoterapia: o que muda entre essas duas práticas é que o uso indiscriminado das plantas medicinais, sem a forma farmacêutica, dosagem e frequência de uso adequadas ao objetivo que se pretende alcançar não contempla a fitoterapia, já que o fitoterápico passa por um processo rigoroso de pesquisas sobre suas propriedades farmacêuticas para atender com eficácia ao tratamento das doenças.

O Brasil possui de 15 a 20% da biodiversidade mundial, aproximadamente 60.000 espécies de vegetais com potencial fitoterápico e apenas 8% são estudadas para desvendar seus compostos bioativos e cerca de 1.100 espécies avaliadas em suas propriedades medicinais. Para saber quais fitoterápicos têm registo junto à ANVISA, suas indicações, advertências e modo de usar, você pode consultar a Farmacopeia Brasileira atualizada em 2018.

Resumo:

A palavra fitoterapia vem do grego “phytos” que significa plantas e “therapeia” que significa terapia.

Segundo a ANVISA, o fitoterápico é um medicamento obtido empregando-se exclusivamente matérias primas ativas vegetais. É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade.

Os fitoterápicos diferem das plantas medicinais, pois passam por um processo rigoroso de pesquisas sobre suas propriedades farmacêuticas para atender com eficácia ao tratamento das doenças.

Adaptógenos

Os adaptógenos são plantas ou substâncias que podem melhorar a resposta do organismo ao estresse, prevenir doenças e auxiliar no tratamento de condições específicas que prejudiquem a saúde e, assim como os fitoterápicos, são drogas feitas exclusivamente com matérias primas de origem vegetal.

Eles atuam como biorreguladores naturais capazes de aumentar a capacidade de adaptação do organismo à situações de estresse e os danos dele decorrentes, que auxiliam no alcance do equilíbrio do  organismo, proporcionando ao corpo uma boa recuperação e fortalecendo a vitalidade, ao mesmo tempo em que promove o bem estar físico e psíquico.

A principal diferença entre os adaptógenos e os fitoterápicos é a inexistência de um mecanismo de ação bem conhecido pelos estudos científicos. Enquanto a maioria das drogas vegetais tem os locais e formas de atuação no organismo determinadas, as plantas adaptógenas agem por diversos sistemas, que em conjunto são responsáveis pelos seus efeitos benéficos e protetores.

Por isso que os adaptógenos apresentam diversas indicações, e não apenas uma ou duas, como acontece com os fitoterápicos. Estas plantas são usadas geralmente em longo prazo visando a manutenção de um estado saudável e para melhorar ou atenuar alguns distúrbios e males decorrentes do envelhecimento, como déficits de memória e atenção, cansaço e fraqueza geral, impotência sexual, etc.

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Benefícios dos fitoterápicos

Ao longo dos anos os fitoterápicos passaram a ter mais espaço nos cuidados com a saúde, mas a fitoterapia ganhou evidência mesmo com a criação da Politica Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), que deixou clara a necessidade de conhecer, apoiar e implantar práticas naturais de terapia.

Nesse ritmo, alguns anos depois foi aprovada a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos pelo decreto nº 5813 de 22 de junho de 2006, para garantir à população brasileira o acesso seguro e o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos, promovendo o uso sustentável da biodiversidade, o desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria nacional.

Para obter os fitoterápicos de acordo com o padrões da ANVISA, que é uma agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde, são empregadas matérias primas exclusivamente vegetais caracterizadas pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela capacidade de reproduzir sua composição e a constância de sua qualidade.

Os medicamentos fitoterápicos podem apresentar finalidade profilática, curativa ou paliativa, podendo ser simples, quando proveniente de uma única espécie vegetal medicinal, ou compostos, quando o ativo é proveniente de mais de uma espécie vegetal e passam por um processo de industrialização, que evita contaminações por micro-organismos e substâncias estranhas.

A utilização de plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos é útil desde o uso em crianças até idosos, para tratar ou auxiliar no tratamento de diversas doenças de maneira mais natural, pois acredita-se que os medicamentos produzidos através de plantas são menos agressivos que os sintéticos, geralmente utilizados na medicina tradicional.

Conheça para que são indicados alguns famosos medicamentos fitoterápicos e saiba mais detalhes sobre cada um deles:

Citrus aurantium

A Citrus aurantium é conhecida como “laranja amarga” ou “laranja de Sevilha”. O principal componente ativo da laranja amarga é a p-sinefrina, que apresenta estrutura semelhante aos hormônios adrenalina e noradrenalina, que atuam em nosso sistema nervoso.

Na medicina tradicional chinesa, a casca e o fruto da laranja amarga têm sido utilizados há séculos na melhora da constipação intestinal (prisão de ventre), da insônia, da diarreia e especialmente para digestão e ansiedade. Estudos demonstraram que esse fruto reduz os sinais e sintomas relacionados a ansiedade e tem efeitos anti-cancerígenos, anti-inflamatórios e antioxidantes.

Além disso, a citrus aurantium funciona como um termogênico não estimulante no organismo (diferente da cafeína) e por isso ainda pode ajudar no emagrecimento.

Ginkgo Biloba

Ginkgo biloba é uma das espécies vegetais mais antigas do mundo, nativa da China, Coreia e Japão, considerada por Charles Darwin um “fóssil vivo”, isso porque a árvore pode sobreviver por 1.000 anos. Há relatos de prescrição de chás das folhas desta árvore para fins medicinais desde 1946.

Entre os medicamentos fitoterápicos mais prescritos no mundo, ele é indicado para uma série de doenças, como problemas de concentração, tonturas, zumbidos nos ouvidos, dores de cabeça e, particularmente, distúrbios cognitivos, que são problemas com raciocínio, atenção e memória. O Ginkgo biloba também tem ação antioxidante e ajuda a melhorar a saúde do coração e a regular a pressão arterial.

A planta não contribui apenas com a prevenção e tratamento de doenças, mas ajuda a melhorar o humor e retarda os sinais de envelhecimento.

Cactínea

Opuntia fícus-indica, que atende pelo nome comercial Cactínea, é uma das espécies de cactos mais espalhadas mundialmente e empregada principalmente como um vegetal para o consumo. Possui alto valor nutricional e constituintes farmacologicamente ativos, como betalaínas, aminoácidos, minerais, vitaminas e antioxidantes.

Do extrato seco deste cacto é feito um pó solúvel de coloração vermelho âmbar e que apresenta excelentes propriedades diuréticas e antioxidantes, que podem contribuir com o controle de peso, já que seu uso elimina o excesso de líquidos sem a perda de minerais, favorecendo o equilíbrio osmótico do organismo.

A cactínea ainda pode contribuir com a diminuição da glicemia e a redução dos níveis plasmáticos de triacilgliceróis e colesterol LDL, proporcionando um aumento da sensibilidade à insulina e melhora da esteatose hepática.

Fáfia

A Fáfia é uma planta herbácea, com mais de 27 espécies espalhadas pelo Brasil, popularmente conhecida como Paratudo, Raiz da Vida e Ginseng Brasileiro. O princípio ativo da Fáfia é o ácido pfáfico e seus constituintes químicos como as saponinas, especialmente, a beta ecdisona, presente em todas as espécies da planta.

O “ginseng brasileiro” é indicado para combater a fadiga física e mental, melhorar a libido feminina e impotência masculina, além de aliviar os sintomas da menopausa. Tem ação anti-inflamatória, cicatrizante, contribui com a prevenção do câncer, inibindo o crescimento de tumores, e ainda auxilia no tratamento da pressão alta, diabetes e anemia falciforme.

Essa planta ainda tem ação tônica, podendo melhorar a vitalidade de vários tecidos do organismo e alivia estados de estresse e depressão.

Hamamélis

A Hamamélis virginiana é uma árvore que pode chegar a 4 metros de altura, nativa dos bosques úmidos dos Estados Unidos e Canadá, foi introduzida na Inglaterra em 1735, e depois para toda a Europa. A folha e a casca do caule são as partes mais utilizadas e as folhas tem sabor adstringente ligeiramente aromático e amargo, enquanto a casca é adocicada e picante.

Na forma de extrato ou tintura, as folhas de Hamamélis apresentam propriedades vasoconstritoras (faz os vasos sanguíneos se contraírem), que ajudam a reduzir a temperatura corporal em casos de febre e contribuem com a prevenção e o tratamento da obesidade e da aterosclerose.

Dentre as propriedades medicinais do uso da Hamamélis destacam-se os efeitos anti-inflamatório, bactericida, protetor dos vasos sanguíneos e coração, adstringente e anti-hemorrágico (capaz de conter sangramentos). Além disso, a planta é utilizada no tratamento de hemorroidas e varizes, inflamações de pele e mucosas em geral (gengivites, conjuntivite, estomatites, herpes, faringo-amigdalites), para cessar diarreias e corrimentos vaginais e ainda ajuda na melhora de contusões, acne e caspa.

Arnica

A Arnica montana L., ou simplesmente Arnica é uma planta originária das regiões montanhosas do norte da Europa. Existe uma variedade de plantas chamadas popularmente de arnica, mas a maioria tem a mesma finalidade terapêutica. Os princípios ativos responsáveis pelas suas ações farmacológicas são a rutina, quercetina e hesperidina, antioxidantes pertencentes à classe dos flavonoides.

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A forma mais utilizada da arnica é via uso tópico para: dores musculares, contusões, dor nas articulações e inchaço, além da inflamação. Mas ela também é muito utilizada para a produção de cosméticos na forma de sabonetes para limpeza de partes contundidas, conservando a pele macia, melhorando as rachaduras e asperezas, creme dental, óleo tônico capilar, entre outros.

Sua ação anti-séptica, anti-inflamatória e analgésica estão relacionadas ao tratamento de hematomas, entorses, edemas, fraturas, doenças nas articulações e reumatológicas, dor lombar e outras relacionadas ao nervo ciático, bursites, dores musculares em geral e em períodos de pré e pós-operatório.

Carqueja

A Carqueja, de nome científico Baccharis Trimera, é uma planta nativa das regiões Sul e Sudeste do Brasil. Possui atividade anti-inflamatória, analgésica, relaxante muscular, anti-mutagênica (que previne as mutações genéticas e o câncer), anti-helmíntica (que auxilia na eliminação de vermes intestinais) e favorável ao tratamento de cálculos biliares e prisão de ventre

De sabor amargo, essa é uma das plantas com maior número de estudos comprovando seus benefícios para a saúde, como favorecer o aumento de energia, melhorar a imunidade, reduzir a temperatura corporal e ajudar na digestão, podendo contribuir ainda com a perda de peso e prevenção da obesidade, através da regulação do metabolismo.

Entre seus constituintes químicos estão os antioxidantes flavonoides, óleos essenciais e terpenos, auxiliando na prevenção do envelhecimento precoce, além de possuem efeitos anti-hipertensivos e de redução da glicemia, pois melhoram a circulação sanguínea e diminuem a resistência à insulina, o que pode ajudar ainda no tratamento da diabetes mellitus e nos níveis de colesterol total e do colesterol ruim, o LDL.

Gymnema Sylvestre

A planta Gymnema sylvestre R. Br. é tradicionalmente utilizada na Ayurveda, com uso relatado como remédio para diabetes mellitus, problemas de estômago e diuréticos.

Tem propriedades adstringente, estomáquica, tônica e refrescante. Mas sua principal propriedade terapêutica é atribuída ao “glucomarim”, que parece bloquear o estímulo ao sabor doce da glicose e da sacarose, ligando-se temporariamente aos receptores de sabor que ficam na nossa língua que sinalizam o sabor doce e amargo, inibindo o desejo de ingerir doces.

Outros benefícios associados à suplementação da Gymnema sylvestre são o auxílio no processo de emagrecimento, melhora do perfil de lipídios no sangue (reduz colesterol), controle do açúcar no sangue (glicemia) e estímulo da liberação de insulina.

Resumo: 

Os fitoterápicos podem apresentar finalidade profilática, curativa ou paliativa.

A utilização de plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos é útil desde o uso em crianças até idosos, para auxiliar no tratamento de diversas doenças de maneira mais natural, pois acredita-se que os medicamentos produzidos através de plantas são menos agressivos que os sintéticos, geralmente utilizados na medicina tradicional.

Entre os principais benefícios proporcionados pelos fitoterápicos estão: a atividade anti-inflamatória, antioxidante, tônica, imunoestimulante e analgésica, podendo ser úteis no combate à diversas doenças.

Sugestões de uso e contraindicações

A fitoterapia é caracterizada pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas sem a utilização de substâncias ativas isoladas, ainda que de origem vegetal, e apesar de serem obtidos exclusivamente de matérias primas de origem vegetal, os fitoterápicos podem desencadear reações adversas.

Para que sejam eficazes, cada medicamento fitoterápico é padronizado quanto a quantidade e a forma certa que deve ser usado, permitindo maior segurança em seu uso.

No entanto, a administração conjunta de medicamentos convencionais e plantas medicinais e/ou fitoterápicos pode alterar os níveis de resposta a determinados receptores no organismo, provocando a ampliação ou redução do efeito farmacológico esperado, já que é muito comum que sejam prescritas associações de medicamentos para obtenção da recuperação do paciente, podendo causar interações medicamentosas indesejadas.

Por isso, o uso de fitoterápicos e plantas medicinais precisa de cuidados semelhantes aos adotados no uso de medicamentos sintéticos, deixando de lado o mito de que “se é natural não faz mal”. Grupos específicos como crianças, idosos, lactantes, gestantes e portadores de doenças graves não podem utilizar a Fitoterapia de maneira indiscriminada.

Mesmo ciente de que os fitoterápicos seguem normas rígidas para poderem ser utilizados, para que haja a utilização coerente dos mesmos, é necessário que seja acompanhada por um profissional especialista em plantas medicinais como o médico homeopata, farmacêutico, nutricionista ou naturólogo.

Resumo:

Apesar de serem obtidos exclusivamente de matérias primas de origem vegetal, os fitoterápicos podem desencadear reações adversas.

Para que sejam eficazes, cada medicamento fitoterápico é padronizado quanto a quantidade e a forma certa que deve ser usado, permitindo maior segurança.

Esses medicamentos também podem interagir com os mecanismos sintéticos, ampliando ou reduzindo sua ação ou até causando efeitos indesejados. Por isso, o uso de fitoterápicos e plantas medicinais precisa de cuidados semelhantes aos adotados no uso de medicamentos sintéticos, deixando de lado o mito de que “se é natural não faz mal”.

Apenas os profissionais de saúde com a especialização em fitoterapia estão capacitados a orientar a terapia, livre de riscos e danos aos pacientes!

Aproveite com responsabilidade os benefícios que essa alternativa terapêutica natural e rica em vantagens pode acrescentar à sua saúde!

Referências:

  1. Silva, NCS.; Vitor, AM.; Bessa, DHS e Barros, RMS. A utilização de plantas medicinais e fitoterápicos em prol da saúde. Única Cadernos Acadêmicos, Faculdades ÚNICA de Ipatinga, Contagem e Timóteo, v. 3, 2016. Disponível em: http://co.unicaen.com.br:89/periodicos/index.php/UNICA/article/view/56/50
  2. Dias, ECM. et al. Uso de fitoterápicos e potenciais riscos de interações medicamentosas: reflexões para a prática segura. Revista Baiana de Saúde Pública. v. 41, n. 2, p. 297-307, abr./jun. 2017. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/325137149_USO_DE_FITOTERAPICOS_E_POTENCIAIS_RISCOS_DE_INTERACOES_MEDICAMENTOSAS_REFLEXOES_PARA_PRATICA_SEGURA 
  3. Borges, FV. e Sales, MDC. Políticas públicas de plantas medicinais e fitoterápicos no Brasil: sua história no Sistema de Saúde. Pensar Acadêmico, Manhuaçu, v. 16, n. 1, p. 13-27, janeiro-junho, 2018. Disponível em: http://pensaracademico.facig.edu.br/index.php/pensaracademico/article/view/18/439
  4. Associação Paulista de Naturologia >Página inicial >Fitoterapia. Autora: Karina Mendes Parlangelo. Disponível em: http://www.apanat.org.br/site/fitoterapia/
  5. Brasil, Ministério da Saúde > Página inicial >Ações e programas >Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Disponível em: http://portalms.saude.gov.br/acoes-e-programas/programa-nacional-de-plantas-medicinais-e-fitoterapicos-ppnpmf
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Escrito por

Carla Lizandra

Nutricionista com CRN 44307 formada em Nutrição pela Universidade Presbiteriana Mackenzie

Cursos intensivos de extensão em Nutrição Clínica Aplicada e Personal Diet Pós graduanda em Nutrição Clínica: do Home-care ao Hospital

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